Talento

02out13

ta.len.to1

sm (lat talentu) 1 Antigo peso e moeda dos gregos e romanos. 2 Grande e brilhante inteligência. 3 Agudeza de espírito, disposição natural ou qualidade superior. 4 Espírito ilustrado e inteligente; grande capacidade. 5 Pessoa possuidora de inteligência invulgar. 6 Força física; vigor.

Estava fazendo alguns trabalhos do curso enquanto deixei rolando um dos vídeos de um canal que tenho acompanhado bastante (http://goo.gl/IjhpIL) do Professor Zergui Pfleger. Pra mim, um grande mestre e fonte de inspiração no campo da elétrica.

E comecei a refletir sobre talento. Qual o seu talento? O que faz de maneira diferenciada?

Acredito que todo ser vivo tenha um. Os seres vivos são emotivos e sensíveis ao ambiente, acontecimentos, cores, sons. Os animais por instinto, proteção. Nós humanos, por sobrevivência, enfim, acredito que todos nós temos um (ou vários).

Eu não canso de me emocionar e admirar alguém que canta bem. Alguém que fala bem. Escreve bem. Desenha bem. Não canso de admirar e demonstrar isso.

É isso que me move como ser humano. E não só admirar, mas buscar a perfeição em cada coisa que escolho fazer. Seja um prato especial, dirigir, montar um comando elétrico ou estudar. Quero poder dar a minha parcela de contribuição ainda que a única recompensa seja o sorriso de alguém ou a minha satisfação pessoal com algo bem feito.

PS: A música acima foi fundo musical desse texto e pra mim define bem o que o talento. Define o que algo bem feito, o que o talento de alguém pode proporcionar. 

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Olá,

Hoje vim divulgar a minha empresa de informática, a Vetor Informática.

A Vetor Informática é uma empresa de informática que eu criei quando tinha 16 anos. Desde então venho prestando serviços a empresas, usuários domésticos e etc.

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Espero atendê-lo em breve. 😀


Imediatismo

26abr11

i.me.dia.tis.mo

sm (imediato+ismo) Maneira de proceder dispensando intervenções, rodeios e ambages.

Tomei banho, peguei minha pasta, coloquei o fone e fui em direção ao metrô.

Faço isso todos os dias (quando vou pra faculdade) e nunca tinha reparado em como eu faço, como as coisas que acontecem e etc.

É impressionante como saímos de casa, como trabalhamos, comemos, navegamos na internet ou falamos no celular, ou fazemos TUDO isso junto, na maior correria.

Caminhei até o metrô e analisei o modo como estava fazendo. É como se eu tivesse disputando uma corrida comigo mesmo ou com cada um que estivesse na calçada.

Simplesmente fui caminhando sem reparar em nada visando o meu objetivo: chegar rápido no metrô.

Engraçado que as pessoas ao meu redor também.

Na hora de atravessar a rua, mesma coisa, quem vai pro metrô, ás vezes nem espera abrir o farol de pedestres, basta os carros não virem, o povo atravessa. No embarque, mesma história, correria total pra pegar lugar ou para entrar no trem. Chegando próximo ao destino, as pessoas colam ou ficam próximas da porta para que não se atrapalhem e percam a saída, já que as portas também fecham rápido.

No ônibus a mesma história, na moto, no carro, sempre, sempre correndo pra chegar logo no destino.

E meio que estamos nos condicionando a esse estilo de vida.

Prazos, cobranças, violência, atraso, excesso de informação, tudo isso, algo comum na vida de todos nós, nos fez ser o que somos hoje.

E isso é uma bola de neve. Começamos uma faculdade querendo terminar; Começamos um curso querendo terminar; Lemos um livro querendo terminar; Vamos pro trabalho pensando no fim de semana; Almoçamos/jantamos digitando, vendo TV e pensando no trabalho ou nos problemas na vida.

Resultado: Estamos cada vez mais vazios, frios, superficiais. Os diálogos entre amigos, família são cada vez mais raros. Inimigos, competições são cada vez mais freqüentes. “Coisas”, bens materiais são cada vez mais desejados e importantes. Ensino, cursos são cada vez menos aproveitados.

E as pessoas? O diálogo? A qualidade? A amizade? A família? O bom estudo?

Infelizmente, como sabiamente Ray Bradbury já previa no livro “Fahrenheit 451” em 1953, estamos fadados a essa realidade por nossas próprias falhas.

Mas assim como ele, acho que podemos intervir. A evolução é uma reação em cadeia, não podemos e nem devemos evitá-la, mas podemos fazer diferente do que estamos fazendo. Podemos, ainda que dentro de nossas casas, impor limites, refletir sobre o como temos vivido, encarado o mundo e etc.

Obs.: Existe uma adaptação do livro “Fahrenheit 451” dirigida por François Truffaut no ano de 1966. Assisti e recomendo.


Em breve…

23abr11

Em breve voltarei a postar nesse empoeirado blog.

Com novos assuntos e algumas novidades.

Até.


“Entendo perfeitamente a situação do Jobson e não julgo sua atitude e nem a condenação sofrida por ele. Tenho uma vivência familiar em relação às drogas, pois por esse motivo perdi um irmão com 21 anos e, portanto, sei o que elas representam. O Botafogo é muito agradecido pelo que o Jobson fez, e no momento em que ele disser que precisa de ajuda, o clube o fará – disse o presidente do Botafogo.”

Jobson, 21 anos, atacante. Deu um show na reta final do Brasileiro e ajudou o Botafogo de Futebol e Regatas a escapar do rebaixamento.

Felizmente foi pego no exame antidoping por usa de drogas e foi julgado nessa última terça-feira. Corria o risco de ser banido do esporte, mas pegou dois anos de suspensão, o que considero mais justo.

Jobson é garoto, 21 anos. O que aconteceu vai muito, além disso. Jobson, assim como muitos garotos do Brasil e do mundo foi pobre e tinha o sonho e o dom de ser jogador de futebol.

O sucesso chegou rápido, muito dinheiro e junto à oba oba, irresponsabilidade, imaturidade, vieram os “amigos”.

Aqueles que te apóiam te levam pra balada e ao mesmo tempo te dão o tal “veneno” que priva o cidadão do que ele mais gosta e sabe fazer – no caso de Jobson,  jogar futebol.

Isso não é só mérito dos menos favorecidos, vemos muitos jovens ricos se envolvendo nesse mundo. O dinheiro compra tudo e infelizmente compra droga também.

Só espero que o caso desse jogador não sirva somente alvo de preconceito, mas sim de conscientização da nossa sociedade, do nosso governo. O caso dele foi noticiado. É um jogador de futebol. Mas quantos jovens, velhos, adultos caem nesse buraco todos os dias. A diferença é que a maioria sofre no escuro ou fechamos os olhos pra não ver.

Força Jobson e parabéns ao Botafogo por apoiar esse garoto.


Em pé: Dida, Kléber, Fábio Luciano, Vampeta, Ríncon e Adílson Batista. Agachados: Luizão, Índio, Ricardinho, Marcelinho Carioca e Edílson.

Há exatos 10 anos – 14 de janeiro de 2000 o Corinthians ganhava o 1º Campeonato Mundial da FIFA.

Talvez um dos títulos mais contestados. Segundo os invejosos o título não é válido porque o Corinthians não ganhou a Libertadores da América, portanto não poderia disputar o campeonato.

A participação do Vasco também é contestada. O clube carioca foi campeão da Libertadores em 1998 não em 1999 como o Palmeiras. Portando não deveria ficar com a vaga.

Enfim… Fomos o primeiro campeão do Mundial da FIFA. Parabéns a todos os guerreiros que participaram do título.


Acompanhei o jogo ao vivo pela www.radiocoringao.com.br. Depois quando cheguei em casa assisti pela Sport TV.

Não sei quanto a vocês, mas aquele time me animou. Animou não pelo fato de jogar com o misto do Huracán, mas sim por ver o Marcelinho Carioca, Defederico, Morais, Jucilei, Souza jogando um bom futebol.

Marcelinho na minha visão foi o único que comemorava os gols como se fosse uma decisão. E na realidade, pra ele, era. Seu último jogo com a camisa do Corinthians. Talvez, o último da carreira. Fiquei com vontade de ver mais. De o ver comandando o meio-campo, batendo escanteios, faltas, cruzamentos, enfim… Ver o nosso “Pé de anjo” brilhar novamente e comemorar com a torcida.

Tomara que tenha mais amistosos. E mesmo se não tiver Marcelinho você já é e sempre será o eterno ídolo da fiel.

Destaques: Souza, sim, ELE,  fez um bonito gol e mostrou vontade. Defederico incansável queria fazer o dele, mas não deu e Morais jogou demais. Destaco ainda a atuação de Alessandro pela volta, Jucilei que pra mim é craque de bola e merece vaga de titular no time e Dentinho que deitou e rolou na zaga adversária.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS (BRA) 3 X 0 HURACÁN (ARG)

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 13 de janeiro de 2009, quarta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Émerson Augusto de Carvalho (SP)
Renda: R$ 524.071,00
Público: 18.539 pagantes
Cartões amarelos: Edno (Corinthians), Villán (Huracán)
GOLS:
CORINTHIANS: Souza, aos 34, e Morais, aos 39 minutos do primeiro tempo; Dentinho, aos 29 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro (Balbuena), William, Paulo André e Escudero (Renato); Marcelo Mattos (Ralf), Jucilei, Morais (Elias) e Marcelinho (Boquita); Defederico (Dentinho) e Souza (Edno)
Técnico: Mano Menezes

HURACÁN: Calviño; Lemos, Villán, Cura (Quintana) e Garcia; Sanchéz, Medina (Maidana), Rojas (Dario) e Chiviló (Roffes); Aguilar (Soplán) e Carrizo (Suárez)
Técnico: Héctor Jesús Martínez